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Diretoria da IAMCP BRASIL
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November 20

Microsoft diz que oferecerá software de segurança grátis

Batizada de "Morro", estratégia foi desenhada para computadores de usuários finais

A Microsoft disse que pretende descontinuar a venda de licenças de sistemas de segurança e quer oferecer softwares anti-ameaças gratuitamente. Com o movimento, a gigante mira no mercado dominado por McAfee e Symantec.

As vendas dos sistemas Windows Live OneCare serão descontinuadas em junho de 2009. Atualmente, as licenças anuais do software para três usuários custam US$ 49,95 nos Estados Unidos. O novo programa de segurança, que foi batizado de "Morro", estará disponível para download grátis a partir do segundo semestre do próximo ano.

Segundo a companhia, a estratégia foi desenhada para computadores pessoais e a expectativa é atingir uma grande quantidade de adeptos.

Um porta-voz da McAfee se posicionou sobre o movimento dizendo que, hoje, o OneCare conseguiu apenas 2% do mercado, em dois anos. Segundo a fonte, o sistema gratuito não contemplará todas as características de segurança necessárias para os usuários.

por IT Web

November 18

Último elo de vendas de TI é o mais frágil

As revendas são o ponto mais fraco da cadeia de venda de produtos de tecnologia da informação e podem sofrer mais com os efeitos da crise econômica. Essas empresas que na maior parte dos casos constituem o último elo da cadeia de vendas e responsável pelo contato direto com o consumidor de informática estão mais expostas à diminuição de gastos das empresas.

Enquanto a maior parte das empresas do setor cresceu entre 25% e 50% de 2006 para 2007, as revendas tiveram o pior desempenho: 10% delas tiveram queda de receita e 6% cresceram menos de 5%, o que não aconteceu com nenhuma fabricante.

As previsões para 2008 e 2009 também são piores para as revendas, com 11% esperando ter queda de faturamento ou crescimento de até 5%, sendo que 3% projetam decrescer mais de 10% este ano.

Os números, coletados pela IT Mídia, fazem parte de pesquisa que ouviu 404 empresas e foram analisados pela Fundação Dom Cabral, Advance, Direct Chanel e Alfaiataria de Negócios.

A estrutura de entrega de produtos de tecnologia, por atingir todos os setores econômicos e regiões, é complexa e muitas vezes envolve diversos agentes. A fabricante de hardware e software, que muitas vezes são empresas globais - como HP, IBM e Microsoft - normalmente vende diretamente seus produtos aos maiores clientes e delega a entrega para empresas médias, pequenas e consumidores finais. As distribuidoras são o ponto intermediário, fazendo compras de diversas fabricantes e repassando produtos para quem as revende. Estas últimas, muito mais numerosas e de menor porte, fazem a entrega final e tentam ampliar os negócios incluindo serviços, como de manutenção e instalação de hardware e software.

Elas permitem às fabricantes terem abrangência regional e setorial, estando espalhadas por onde há demanda. Uma boa estratégia de canais, como a escolha certa e treinamento de revendas, garante maior receita para os produtos da fabricante.

O tamanho da empresa normalmente é proporcional à sua posição na cadeia do segmento. Entre as fabricantes, 46% tiveram faturamento acima de R$ 100 milhões em 2007, enquanto 30% dos distribuidores conseguiram o resultado. Entre as revendas, 55% registraram receita de até R$ 1 milhão.

"Em média, as revendas são muito pequenas em faturamento e pessoas. Não seria um problema se fosse uma fase transitória e houvesse uma tendência de crescimento", diz o diretor presidente da consultoria Advance, Dagoberto Hajjar. "Mas percebemos que muitas delas têm 10 anos de existência. Então é uma questão patológica. Elas não conseguem desenvolver um plano de crescimento massivo."

Esse fenômeno, diz, é chamado de "nanismo", um ciclo vicioso em que a empresa não tem capacidade de investimento estratégico, como em marketing e melhoria de atendimento, para poder mudar de patamar. "Metade das revendas não possuem um planejamento formal", conclui.

Margens espremidas

Mas nem em todos os aspectos as revendas se encontram na pior posição. Apesar de terem previsões gerais otimistas, os distribuidores enfrentam um problema maior de margem de lucro que as revendas. Entre eles, 40% acreditam que a margem tende a diminuir. Já 41% das revendas acham que irá aumentar, enquanto 44% dos fabricantes esperam estabilidade.O fato de cada elo do setor observar a cadeia de um ponto diferente explica visões tão contrastantes, segundo Hajjar. "O fabricante olha toda a cadeia e percebe que não consegue cobrar mais do cliente e que não tem mais onde diminuir ineficiências, então acredita em margens estáveis. A revenda, a cada produto negociado em seu nicho, pode conseguir incluir serviços, como manutenção. Já o distribuidor tem de ceder margem para o cliente e a fábrica ainda espreme mais.", explica.

Para contornar essa dificuldade, a grande estratégia para um distribuidor não está nas vendas, mas sim nas compras, afirma o gerente de marketing da Agis, Bruno Coelho. "Esperamos crescer acima de 25% este ano. Não dependemos da flutuação do dólar. Já fizemos nossa programação de compra, e observamos as oportunidades".

Mas além desse cuidado, há poucas margens de manobras para essas empresas. Uma estratégia é agregar serviços. Outra, incomum no País é a internacionalização. A Ação Informática é uma das raras que se empreendem nesse rumo. Distribuidora de IBM, Oracle, EMC e RedHat, ela tem expectativa de atingir US$ 200 milhões este ano, crescendo 50%. "Compramos o controle de empresas na Argentina e Uruguai, e dentro do processo de escolha de um distribuidor na Colômbia, a IBM nos escolheu", afirma o presidente, Ênio Issa. Os planos agora são de abrir um escritório próprio no País, já que não identificou empresa que se encaixe no seu perfil de compra.

Gazeta Mercantil

Microsoft lança versões online do Exchange e do SharePoint com custo reduzido

Plataformas de e-mail e colaboração são parte do Microsoft Online Services e têm custo mensal de US$ 10 e US$ 7,25 por usuário.

A Microsoft lançou, na última segunda-feira (17/11), a versão online das plataformas corporativas Exchange e SharePoint.

O Exchange Online é a versão para a internet da plataforma de e-mails da Microsoft, e o SharePoint é um aplicativo de colaboração corporativa. Ambos são parte do pacote Microsoft Online Services voltado a empresas, e também são oferecidos como serviços individuais.

O pacote completo ainda inclui o Office Communications Online e o Office Live Meeting - este último, um aplicativo de conferências na web.

Para se inscrever e utilizar o Microsoft Online Services, o valor mensal é de 15 dólares por usuário. Individualmente, o Exchange Online custará 10 dólares mensais por usuário, enquanto o SharePoint terá valor de 7,25 dólares, o Office Communications Online de 2,50 dólares e o Office Live Meeting Online de 4,50 dólares por usuário, ao mês. Os dois últimos serviços serão lançados individualmente no início de 2009.

Como parte da estratégia de ofertas de aplicativos online, a Microsoft revelou, no mês passado, o Office Online. Além disso, há algumas semanas, a empresa apresentou a versão para cloud computing do Windows, o Azure. (Computerworld Online)

Ferramenta gratuita analisa se o seu computador é compatível com o Windows 7

O Windows 7 só deve chegar ao mercado no final de 2009 ou no início de 2010. Mas já é possível determinar se o seu computador é compatível com o próximo sistema operacional da Microsoft. O site InfoWorld incluiu um recurso em seu aplicativo gratuito, o Windows Sentinel, que é capaz de dizer se a máquina tem o hardware necessário para rodar o novo sistema. O programa ainda monitora o desempenho do PC.

Teoricamente falando, uma ferramenta como essa seria desnecessária, já que a própria Microsoft disponibiliza um programa para checar a compatibilidade dos computadores com seu sistema operacional.

Mas, se lembrarmos que muitos computadores certificados como "compatíveis com o
Vista" não rodavam direito o sistema, fica mais difícil confiar na Microsoft para fazer uma avaliação honesta dos requisitos mínimos. Os vendedores de equipamentos também não se mostraram mais confiáveis com suas avaliações.

A ferramenta do site InfoWorld, por outro lado, não tem nenhuma associação com a Microsoft nem os fabricantes de computadores. Essa independência permite fazer uma avaliação independente sobre a compatibilidade de seu sistema com o Windows 7.

Para baixar o aplicativo, você precisa primeiro se registrar, gratuitamente, no serviço Windows Sentinel, desenvolvido pela Devil Mountain Software. Em seguida, é preciso instalar o aplicativo deixá-lo rodando por algumas horas, para coletar informações sobre desempenho. Com as informações computadas, o aplicativo determina se o seu PC está preparado ou não e por quê.

Como o Windows 7 promete ser um sistema operacional derivado do Vista, é bem provável que ele precise de um processador de dois núcleos para funcionar decentemente. O consumo de memória para aplicativos com telas sensíveis ao toque também deve ser maior. Estima-se que 2 gigabytes de memória RAM serão o mínimo necessário para rodar o sistema tranquilamente.

Apesar das estimativas, vale lembrar que o novo sistema operacional da Microsoft vai levar um tempo para ser lançado e ter seus requisitos de hardware oficialmente anunciados. Como a versão pré-beta do sistema está em um estágio bastante avançado, os programadores da Devil Mountain Software acreditam que esses requisitos não devem mudar muito até lá. De qualquer forma, vale destacar que os resultados do aplicativo não são conclusivos.

Por IDG News Service, EUA
November 17

Microsoft abre primeira loja online nos Estados Unidos

Em recente entrevista ao ChannelWeb, a VP de canais não havia mencionado a estratégia, que chega em tempos de redução de custos das empresas

Em plena instabilidade econômica, a Microsoft abriu, nesta quinta, sua primeira loja online nos Estados Unidos, para a venda de todos os seus produtos, no estilo one-stop-shop.

Os clientes poderão comprar e baixar produtos via Electronic Software Distribution (ESD) e podem pedir entrega direta. O portfólio inclui software, acessórios e hardware, como Office 2007, Vista, Visual 2008, Windows Server 2008, Xbox 360 e accessórios e o novo Zune.

Em um blog da Microsoft, Trevin Chow, gerente senior do programa, disse que os usuários poderão pagar pelo ESD o memo valor que pagariam pela entrega física. Ele afirma que a diferença é que depois da confirmação dos pagamentos, os clientes podem baixar e instalar os produtos imediatamente. "Não há mais nenhuma necessidade de pagar pelos custos de entrega e esperar pelo caminhão marrom atravessar o país".

Chow também disse que a loja alivia as preocupações que os clientes podem ter com a possibilidade de não ter o software em mídias físicas para reinstalar o produto mais tarde. A unidade vai permitir ao usuário fazer novos downloads até o fim do suporte básico oferecido, que, geralmente, dura cinco anos. Também será possível copiar os arquivos baixados para uma mídia.

A Microsoft já tem lojas na Inglaterra, Alemanha e Coréia. Lançamentos no Japão, na França, na Espanha e na Holanda devem ocorrer em breve e mais países serão adicionados ao longo do ano, segundo Chow.

Em recente entrevista ao ChannelWeb, Allison Watson, vice-presidente do grupo de canais Microsoft, não mencionou a loja Microsoft e disse que havia diversas oportunidades aos VARs para crescer, se elas se mantivessem focadas em projetos que garantissem maior eficiência energética, melhorassem a produtividade e reduzissem os custos. "Estamos comprometidos em trabalhar com nossos parceiros para ajudar os clientes a perceber o valor máximo e a eficiência de seus investimentos em TI no atual clima econômico", disse ela.

| ChannelWeb
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