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November 20 Microsoft diz que oferecerá software de segurança grátis
November 18 Último elo de vendas de TI é o mais frágilAs revendas são o ponto mais fraco da cadeia de venda de produtos de tecnologia da informação e podem sofrer mais com os efeitos da crise econômica. Essas empresas que na maior parte dos casos constituem o último elo da cadeia de vendas e responsável pelo contato direto com o consumidor de informática estão mais expostas à diminuição de gastos das empresas. Enquanto a maior parte das empresas do setor cresceu entre 25% e 50% de 2006 para 2007, as revendas tiveram o pior desempenho: 10% delas tiveram queda de receita e 6% cresceram menos de 5%, o que não aconteceu com nenhuma fabricante. As previsões para 2008 e 2009 também são piores para as revendas, com 11% esperando ter queda de faturamento ou crescimento de até 5%, sendo que 3% projetam decrescer mais de 10% este ano. Os números, coletados pela IT Mídia, fazem parte de pesquisa que ouviu 404 empresas e foram analisados pela Fundação Dom Cabral, Advance, Direct Chanel e Alfaiataria de Negócios. A estrutura de entrega de produtos de tecnologia, por atingir todos os setores econômicos e regiões, é complexa e muitas vezes envolve diversos agentes. A fabricante de hardware e software, que muitas vezes são empresas globais - como HP, IBM e Microsoft - normalmente vende diretamente seus produtos aos maiores clientes e delega a entrega para empresas médias, pequenas e consumidores finais. As distribuidoras são o ponto intermediário, fazendo compras de diversas fabricantes e repassando produtos para quem as revende. Estas últimas, muito mais numerosas e de menor porte, fazem a entrega final e tentam ampliar os negócios incluindo serviços, como de manutenção e instalação de hardware e software. Elas permitem às fabricantes terem abrangência regional e setorial, estando espalhadas por onde há demanda. Uma boa estratégia de canais, como a escolha certa e treinamento de revendas, garante maior receita para os produtos da fabricante. O tamanho da empresa normalmente é proporcional à sua posição na cadeia do segmento. Entre as fabricantes, 46% tiveram faturamento acima de R$ 100 milhões em 2007, enquanto 30% dos distribuidores conseguiram o resultado. Entre as revendas, 55% registraram receita de até R$ 1 milhão. "Em média, as revendas são muito pequenas em faturamento e pessoas. Não seria um problema se fosse uma fase transitória e houvesse uma tendência de crescimento", diz o diretor presidente da consultoria Advance, Dagoberto Hajjar. "Mas percebemos que muitas delas têm 10 anos de existência. Então é uma questão patológica. Elas não conseguem desenvolver um plano de crescimento massivo." Esse fenômeno, diz, é chamado de "nanismo", um ciclo vicioso em que a empresa não tem capacidade de investimento estratégico, como em marketing e melhoria de atendimento, para poder mudar de patamar. "Metade das revendas não possuem um planejamento formal", conclui. Margens espremidas Mas nem em todos os aspectos as revendas se encontram na pior posição. Apesar de terem previsões gerais otimistas, os distribuidores enfrentam um problema maior de margem de lucro que as revendas. Entre eles, 40% acreditam que a margem tende a diminuir. Já 41% das revendas acham que irá aumentar, enquanto 44% dos fabricantes esperam estabilidade.O fato de cada elo do setor observar a cadeia de um ponto diferente explica visões tão contrastantes, segundo Hajjar. "O fabricante olha toda a cadeia e percebe que não consegue cobrar mais do cliente e que não tem mais onde diminuir ineficiências, então acredita em margens estáveis. A revenda, a cada produto negociado em seu nicho, pode conseguir incluir serviços, como manutenção. Já o distribuidor tem de ceder margem para o cliente e a fábrica ainda espreme mais.", explica. Para contornar essa dificuldade, a grande estratégia para um distribuidor não está nas vendas, mas sim nas compras, afirma o gerente de marketing da Agis, Bruno Coelho. "Esperamos crescer acima de 25% este ano. Não dependemos da flutuação do dólar. Já fizemos nossa programação de compra, e observamos as oportunidades". Mas além desse cuidado, há poucas margens de manobras para essas empresas. Uma estratégia é agregar serviços. Outra, incomum no País é a internacionalização. A Ação Informática é uma das raras que se empreendem nesse rumo. Distribuidora de IBM, Oracle, EMC e RedHat, ela tem expectativa de atingir US$ 200 milhões este ano, crescendo 50%. "Compramos o controle de empresas na Argentina e Uruguai, e dentro do processo de escolha de um distribuidor na Colômbia, a IBM nos escolheu", afirma o presidente, Ênio Issa. Os planos agora são de abrir um escritório próprio no País, já que não identificou empresa que se encaixe no seu perfil de compra. Gazeta Mercantil Microsoft lança versões online do Exchange e do SharePoint com custo reduzidoPlataformas de e-mail e colaboração são parte do Microsoft Online Services e têm custo mensal de US$ 10 e US$ 7,25 por usuário. A Microsoft lançou, na última segunda-feira (17/11), a versão online das plataformas corporativas Exchange e SharePoint. O Exchange Online é a versão para a internet da plataforma de e-mails da Microsoft, e o SharePoint é um aplicativo de colaboração corporativa. Ambos são parte do pacote Microsoft Online Services voltado a empresas, e também são oferecidos como serviços individuais. O pacote completo ainda inclui o Office Communications Online e o Office Live Meeting - este último, um aplicativo de conferências na web. Para se inscrever e utilizar o Microsoft Online Services, o valor mensal é de 15 dólares por usuário. Individualmente, o Exchange Online custará 10 dólares mensais por usuário, enquanto o SharePoint terá valor de 7,25 dólares, o Office Communications Online de 2,50 dólares e o Office Live Meeting Online de 4,50 dólares por usuário, ao mês. Os dois últimos serviços serão lançados individualmente no início de 2009. Como parte da estratégia de ofertas de aplicativos online, a Microsoft revelou, no mês passado, o Office Online. Além disso, há algumas semanas, a empresa apresentou a versão para cloud computing do Windows, o Azure. (Computerworld Online) Ferramenta gratuita analisa se o seu computador é compatível com o Windows 7O Windows 7 só deve chegar ao mercado no final de 2009 ou no início de 2010. Mas já é possível determinar se o seu computador é compatível com o próximo sistema operacional da Microsoft. O site InfoWorld incluiu um recurso em seu aplicativo gratuito, o Windows Sentinel, que é capaz de dizer se a máquina tem o hardware necessário para rodar o novo sistema. O programa ainda monitora o desempenho do PC.
Por IDG News Service, EUA November 17 Microsoft abre primeira loja online nos Estados Unidos
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